Está interessado num imóvel e gostava de apresentar uma proposta de compra vencedora? Uma proposta bem elaborada aumenta a probabilidade de sucesso e existem vários aspetos a ter em consideração para que seja bem-sucedido nesta missão. Descubra o que deve fazer, passo a passo.

O que é uma proposta de compra?

Uma proposta de compra é uma formalização de uma intenção de compra de determinado imóvel. Assim, sem uma proposta de compra muito dificilmente haverá uma aceitação da venda de um imóvel. É, por isso, um passo absolutamente essencial em qualquer transação Imobiliária.

Quais os passos para elaborar uma proposta de compra?

Uma proposta de compra deve ser endereçada por escrito, formalizando a intenção de compra e fazendo-a chegar ao vendedor do imóvel.

Uma proposta de compra deve ser composta por vários elementos, como o valor de aquisição, as condições de financiamento, a reserva, o sinal a pagar na assinatura do Contrato de Promessa de Compra e Venda, o prazo máximo para a assinatura do Contrato de Promessa de Compra e Venda e outras contingências.

1. Teatro Nacional D. Maria II

Chegados à Praça do Rossio, é impossível não dar conta da imponência deste teatro neoclássico. Este simbólico equipamento cultural foi construído entre 1842 e 1846, abrindo portas a 13 de abril, data de aniversário da rainha à qual deve o nome. Foi construído sobre os escombros do Palácio dos Estaús, antiga sede da Inquisição destruída por um incêndio, segundo um projeto do arquiteto italiano Fortunato Lodi. Em 1964, o Teatro Nacional foi palco de um brutal incêndio que apenas poupou as paredes exteriores e a entrada do edifício. O edifício que hoje conhecemos, e que respeita o original estilo neoclássico, foi totalmente reconstruído e só reabriu as suas portas em 1978.

2. Teatro Nacional de São Carlos

Foi construído após a maior Ópera da Europa, situada em Lisboa, ter sido destruída pelo terramoto de 1755. O Teatro Nacional de São Carlos foi inaugurado a 30 de junho de 1793 mantendo-se, ainda atualmente, como o único teatro nacional vocacionado para a produção e apresentação de ópera e de música coral/sinfónica. Este edifício de características neoclássicas e de inspiração setecentista e italiana, foi classificado como imóvel de interesse público em 1928 e Monumento Nacional em 1996. É “casa” de um coro e de uma orquestra sinfónica. O interior está decorado ao estilo rococó, enquanto que o exterior faz lembrar o célebre La Scala de Milão.

3. Teatro da Trindade/Inatel

Mandado construir em 1867, pelo escritor e dramaturgo Francisco Faria de Lacerda, este teatro foi ocupar o local onde existiam alguns casebres e pátios, bem como as ruínas do Palácio dos Condes de Alva, destruído (adivinhem!) pelo terramoto de 1755. O projeto de arquitetura de Miguel Evaristo de Lima Pinto manteve algumas características do estilo pombalino: a volumetria, as janelas de sacada, os cunhais de cantaria. Mas foram-lhe somados detalhes do neoclassicismo italianizante então em voga. O teatro tem três fachadas decoradas com medalhões de diferentes musas e de vultos da literatura nacional. A decoração interior era em ouro, branco e carmim. Porém, em 1967, já nas mãos da FNAT (atual Fundação INATEL), foram realizadas obras de remodelação e assumiu-se uma decoração em azul e ouro.

4. São Luiz Teatro Municipal

Foi inaugurado em maio de 1894, com o nome de Teatro Dona Amélia, à época rainha de Portugal. A ideia da sua construção partiu do ator Guilherme da Silveira mas o projeto foi feito pelo arquiteto francês Louis Reynaud, que lhe conferiu um ar “parisiense” e cosmopolita.

Em 1910, passou a chamar-se Teatro da República. E em 1914, um incêndio destruiria totalmente o teatro, só restando um adereço ainda hoje ali exposto. Em 1916 e, também, em 1928, o teatro foi remodelado, desta feita para adaptação ao cinema e passando a chamar-se São Luiz Cine. Caindo em declínio cultural nos anos 60, este espaço só recuperou fôlego no final da década de 90, após a aquisição da Câmara Municipal de Lisboa e a consequente revitalização e ampliação finalizadas em 2002, com direito a sala-estúdio, café-concerto e restaurante.

5. Teatro Tivoli BBVA

Este espaço nasceu de uma aposta do empresário Frederico de Lima Mayer, que pretendia, à imagem das congéneres europeias, dotar Lisboa de um espaço dedicado ao culto da Sétima Arte, mas que também albergasse outro tipo de espetáculos. O Cine-Treatro Tivoli abriria as portas na Avenida da Liberdade em 1924. Ao longo dos tempos foi passando por vários proprietários/gestores e sendo alvo de renovações. Tem influências do modelo de teatro à italiana, constituído por uma plateia, frisos, dois balcões, camarotes, fosso de orquestra e palco com 24,70m de largura e 11m de profundidade. Abarca 2 pisos, uma cave e uma cobertura em cúpula. As decorações interiores, em pintura e estuque, combinam tradição e modernidade. Os pavimentos interiores são em madeira maciça e em pedra.